Maceió estava fadada a se tornar o túmulo do carnaval. Nem a folia de rua privatizada, que eram as micaretas, estavam mais acontecendo. Foi quando, na calada de um amanhecer do carnaval de 2000, aproveitando o silêncio deixado pelos trios elétricos e o axé da Bahia, o Pinto da Madrugada trouxe de volta o frevo pra rua. Naquele ano, o bloco foi batizado em plena orla da Pajuçara. O padrinho foi o Galo da Madrugada, aquele de Recife, que o mundo inteiro conhece. A iniciativa partiu de um grupo de amigos que, menos por saudosismo, e mais por vontade de resgatar o carnaval autêntico de Maceió, resolveu literalmente botar o bloco na rua. No primeiro ano de atividade, dão conta que umas 5.000 pessoas foram brincar com o Pinto. Nesse desfile de 2012, estimou-se a presença de 150 mil pessoas, de todas as idades. Até eu, que não sou propriamente um folião, não poderia perder a oportunidade de registrar.
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Leo, você continua o que é: talentoso! Adorei a expressividade de cada foto (essa do menino apontando, então… Linda!). Bj
Bleine,
Obrigado pelas suas palavras, sempre gentis.
O talento maior sempre é do povo.
Abraços
Muito boas as fotos!!! Conseguiu acabar o trabalho coma máquina ainda sua? Tenho um amigo que “perdeu” o celular no bolso… Mas a festa realmente está cada dia melhor, democrática, alegre… Parabéns!!!
Johnny,
Já estive com a máquina em lugares supostamente mais perigosos e a infeliz sobreviveu. Mas soube de muitos casos de pessoas que tiveram esse mesmo azar do seu amigo e também “perderam” várias coisas.
Valeu a visita. Abraço
Léo, esse ano não caí no Pinto.
Mas com suas fotos,lindonas,dá pra matar a saudade e ver o que perdí!
Abraço
Mabel,
Até eu que não sou fã da folia, curti, imagine vocês que são profissionais.
Obrigado pela vinda até o site
Se até você curtiu o pinto, quem dirá os foliões convictos! Lindas fotos!
Influência da minha mulher e filha foliãs :************
Vi o pinto, mas só pela TV.
Não precisa ver de tão longe. Chegue perto que vc vai se divertir muito com ele.
Abração
Maravilha Leo, belas fotos e texto. Embora eu tenha minhas ressalvas em relação a esse bloco – acho que reafirma uma total subserviência cultural a pernambuco, que só fortalece nossa falta de pertencimento. Por que não Sururu do Meio-dia? Mas, enfim, talvez seja exatamente esse o motivo de ter dado tão certo.
Grande abraço!!
No mais , música em sua vida !!!
Mácleim .
Mácleim,
Provavelmente ainda vamos passar muito tempo para nos tornarmos independentes de fato de Pernambuco.
A respeito do Pinto, eu acredito que esse tipo de bloco carnavalesco está muito mais próximo de nossas tradições, que os trios e carnaval padronizado das micaretas.
O que vale é o povo na rua se divertindo com a sua própria cara, ainda que mascarada pela fantasia.
Grande abraço e valeu mais uma vez sua presença aqui.
Isso êh que êh um fotografo porreta!
Da próxima vez te carrego pra pista pra vc justificar o investimento de milhares de dólares na sua supercâmera :))
Abração
bom dia leo, não sabia que vc gosta do frevo. bjs
Não sou bem um fã do frevo, mas um aficcionado na cultura popular.
Obrigado pela visita ao site.
Beijão
Mestre Léo,
você está impossível.
Belas fotos.
O pinto, na sua mão, cresce mesmo.
Um abraçãããão
do Canutão, seu fã.
Colossal mestre,
Só haveria uma maneira de o Pinto crescer ainda mais, e a olhos vistos: com a sua presença.
Grande abraço e valeu a vinda aqui.
Léo, que iniciativa legal. As fotos estão fantásticas, texto arretado..adorei!
Forte abraço,
Ana Fidelis
Oi, Ana!
Eu pensei que vocês estariam por aqui para o feriadão.
Obrigado por ter vindo, pelo menos virtualmente.
Beijos.
Léo querido…que palavras emocionantes. Acompanho esse lindo bloco desde o início. E fico muitoooo feliz em vê-lo “crescer” a cada ano. Um bloco sem idade,sexo,raça,cor…enfim…um bloco para todos. E viva o Frevo! Lindas fotos. Bjão
Oi Aninha!
Apesar de não ser do frevo, sou fã do Pinto. Essa iniciativa é fantástica. Uma lição pra quem fica reclamando da vida, esperando que tudo caia das mãos dos governos.
Beijos